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sexta-feira, 1 de março de 2013

MYTHS AND TRUTHS ABOUT BILINGUALISM




There are many myths surrounding bilingualism. Some people are still reticetent when it comes to introducing a new language in there children´s lives. However, what they do not realize are the many advantages of bilingual children.

The advantages are do note relate only to a linguistic aspect. They extend to the cognitive, cultural and social fields. A child who knows a foreign language, preferencially English, which is still considered the universal language, is in advantage when it comes to educational materials offered to him/her, international literature, cognitive development and further down the line, the work field.

Seeking to bring down a few of these myths, we will comence with the concept of bilingualism itself.

What is bilingualism?

Bilingualism is defined by someone´s capacity to comunicate in two languages, where one can be dominant over the other.

Complete fluency in two languages (the ability to understand, speak, read and write) is called EQUILIBRATED BILINGUALISM..




1. Learning 2 languages can confuse a child and diminish his cognitive ability.

Quite the contrary. It has already been proven that bilinguals posess a number of abilities that are superior to those of monolinguals such as: performance of mental operations with percentages, verbal and non verbal constructions that are more elaborate, faster deduction of rules, creativity itself and a larger conceptual capacity.

2. Learning another language should only begin after the acquisition of the mother tongue is completed.

Learning languages simultaneously does not influence childrens development at all. It has been proven through extensive studies that a bilingual or poliglote child presents the same development milestones as a monolingual child. This means that there is no delay what so ever in the development of those children, be it physical, cognitive or emotional.

3. Children that speak two or more languages do not feel comfortable. They feel linguistically and culturally excluded.

The cultural inclusion and feeling of well being does not depend on the number of languages acquired. As a matter of fact, the more the better! What influences this aspect is the childs environment. The place where the child learns (Whether it be e familiar setting or academic setting) should be welcoming and help build self assurance. If it doesn´t, the child´s personality will reflect his feeling in the form of doubts, insecurities, possible traumas no matter the number of languages.

4. A bilingual person thinks only in one language. This menas that there is always mental translation to the language considered dominant.

As it has already been said, the dominance issue is ocasional. The thoughts of bilingual individual flow naturally in both languages, dismissing translation between them, What can happen from time to time is related to vocabulary. Remembering a word in one language and not in the other at that moment, for example.

5. Translation is a natural capacity of bilingual children. This results in them being excelent translators when adults.

To this day, there are no studies to back this correlation.

6. True bilingualism is the one in which the languages are never mixed. When this happens, it indicates a lack of knowledge in the languages known by the individual.

As said before, most of the times a word can be used in a different language then the one spoken at the time for lack of memory of an adequate word in the target language. This limitation can be momentary or related to vocabulary acquisition during language learning. Don´t fool yourself. This can happen when the individual uses his mother tongue too. It is not about limitations, only about a moment in which the individual improvises resources.

7. Bilingualism is consequence of a diagnosis of dissociated personality (split personality). To each personality, a language.

Bilingualism does not derive from or lead to split personality. What happens is the bilingual individuals may show a difference in attitude depending on the language they speak, due to the cultural differences related to those. When a bilingual speaks Portuguese, for example, he takes on the behaviour patterns of people who speak portuguese. When speaking German, they will not only switch languages, but also behaviour. This has nothing to do with the person´s personality but with the social environment in which they are.

8. Monolingualism is the norm of the world.

Actually, the monolinguists are now a minority in the world. In fact, more then half the population is at least bilngual. This is noticed a lot in Europe, where most people are fluent in English. Some countries, such as Switzerland, have three official languages.

9. After a certain age, children lose the capability to acquire a second language.

As far as the advantages children have in learning a new languages, there are now no doubts. Biologically speaking, they learn easier and faster then adults. There is a chart that demonstrates these facts. See it below:
                         

However, this is not a universal and unbreakable rule, for there are adults who acquire a second language completely, even without an accent. At any age, people are still capable of learning. Generally speaking, this capacity decreases with age but does not cease to exist.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

DESENVOLVIMENTO DA FALA - DE UM "HEAD START" PRO SEU PEQUENO

VOCÊ SABE COMO AJUDAR SEU PEQUENO (A) NO DESENVOLVIMENTO DA FALA?

AQUI VÃO ALGUMAS DICAS:

1. Não repita a palavra errada 

Um dos equívocos mais comuns dos pais é repetir a palavra errada que o filho disse antes de corrigi-lo. A fonoaudióloga Bianca Sabbag, especialista em linguagem da EDAC (Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico), em São Paulo, explica: se a criança disser “pato” em vez de “prato”, os pais não devem dar respostas como “não é 'pato', é 'prato'”. A melhor opção é somente repetir a palavra correta – de maneira exagerada, se necessário: “Ah, você quer o prato? A mamãe vai pegar o prato para você”. “Nunca dê o modelo errado. E dar as duas informações para a criança pode dificultar o desenvolvimento da linguagem”, afirma.

Confesso que sou culpada mais de uma vez por essa. Afinal, tem erros que são tão lindos e fofos que a gente até quer incentivar só pra ouvir de novo, não é mesmo. Exemplo: primeira palavra do meu filho foi Bó (Vó). A gente incentivou, e até hoje ele a chama assim, sua irmã também. Primeiro, foi um termo que ele passou a atribuir significado emocional, segundo, a avó adora ser chamada assim e terceiro....só uma palavrinha não mata né? Hoje ele sabe que a palavra correta avó, sua irmã também, mas o apelido ficou.

2. Evite o tatibitate 

Trocar as consoantes e abusar dos diminutivos, dizendo sempre “ti nenê bonitinho da mamãezinha” em vez de “que nenê bonito da mamãe”, também atrapalha o desenvolvimento da linguagem infantil. De acordo com a fonoaudióloga clínica Danielle Lins , de Belo Horizonte, ao conversar com os filhos que ainda não sabem o som correto das palavras, é melhor não usá-las sempre no diminutivo. O ideal é empregar o vocabulário adequado desde a chegada do bebê, já que ele está desenvolvendo a fala durante os primeiros anos de vida. “Até os cinco anos de idade ele já deve estar se comunicando muito bem”, diz Patrícia Junqueira, fonoaudióloga do Hospital São Luiz, em São Paulo.

Essa é de fato importante, mas qual pai, mãe, avó, tio ou outro resiste ficar falando com uma criança 100% do tempo como se fosse um adulto? As crianças trazem a tona essa infantilização do adulto. Entregue-se a ela vez ou outra!

3. Não use palavras substitutas 

Falar sempre corretamente com a criança é a melhor escolha que os pais podem fazer, embora às vezes pareça difícil. Falar errado ou substituir palavras por outras inexistentes, mas mais fáceis – como mamadeira por “tetê” – pode parecer uma mão na roda, mas não é. Como a palavra certa é outra, a criança tem que aprender duas vezes. “Como a criança tende a se espelhar no adulto, se eles falarem errado, ela será influenciada”, diz a fonoaudióloga Lindsei Paupitz, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.

Esse é de fato importante. As crianças criam vocabulário por si só. No início de sua linguagem, atribuem (geralmente), palavras monosilábicas ou dissilábicas a alguns itens. Incentivadas desde o começo a dizer a palavra correta através da modelação dos pais e demais adultos com quem convive, a criança associa mais rapidamente os vocábulos aos itens.

4. Não antecipe nem interrompa a criança 

Quando a criança está com dificuldades para completar uma frase, não a apresse. “É preciso deixá-la falar no tempo dela, e os pais não podem competir com isso”, diz Lindsei. Se os pais se habituarem a antecipar o discurso, a criança sempre vai esperar que alguém fale por ela.

O problema se agrava na fase da gagueira, comum por volta dos três ou quatro anos de idade. De acordo com Bianca, nesta época costuma haver um aumento repentino do vocabulário e a elaboração mental não acompanha a elaboração motora. “Ela acaba gaguejando, atropelando as palavras e se repetindo”, diz. Interromper as crianças o tempo todo também faz com que elas se estressem.

Não sejamos hipócritas. Ocasionalmente há aqueles momentos em que você realmente não está com a paciência "mode on", e pode até vir a apressar seu filho. Tudo bem, ser pai, mãe ou responsável não quer dizer que você adquiriu super habilidade e deixou de ser gente. O que importa é manter essa premissa em mente e tentar ao máximo que a linguagem de seu pequeno flua de modo natural.




Getty Images
Chupeta e mamadeira usadas além da idade atrapalham o desenvolvimento da fala
5. Não aceite a linguagem gestual
Muitas crianças usam gestos para conseguir o que querem. A linguagem gestual pode ser uma ponte, mas deve ser superada. Se os pais sempre entregam ao filho um objeto simplesmente apontado, a criança se habitua e não aprende a pedir o que quer. “Isso cria a substituição da linguagem oral pela gestual. Embora a criança ainda não fale, o pai deve explicar o que é aquilo”, diz Patrícia Junqueira. Por isso, no momento em que o filho apontar a mamadeira, é indicado que os pais digam: “Ah, você quer a mamadeira? Papai vai te dar a mamadeira”. 


Essa é bem complicada. Muitas crianças podem até vir a se recusar a falar por já estarem tão acostumadas aos palpites corretos dos adultos presumidos através de gestos. Já passei por isso dentro de casa. Com o segundo filho já tinha um pouco mais de experiência então não deixei mais acontecer. Fiquem atentos!

6. Não permita chupeta ou mamadeira após os dois anos de idade 

Permitir que a criança fale com a chupeta na boca atrapalha a pronúcia e dificulta o aprendizado. “Estes hábitos causam um posicionamento incorreto e podem gerar até mesmo uma flacidez da língua”, diz Patrícia.

Essa da mamadeira foi um pouco complicada. Bico não, pois nenhum dos dois usou. A mamadeira, no entanto, ficou por aqui até os 4 anos. A gente também erra né?

7. Não torne a palavra errada uma diversão para a família 

Não raro, uma palavra falada errada soa tão divertida e engraçadinha que se torna um entretenimento familiar. Mas repetir demais a brincadeira pode trazer problemas, alerta a fonoaudióloga Regina Donnamaria Morais, do Grupo de Saúde Oral da SPSP (Sociedade de Pediatria de São Paulo). “Prolongar por muito tempo uma forma de fala equivocada dá, aos pais, um prolongamento do tempo de infantilidade do filho”. Quanto mais tempo isso prevalecer, mais complicado será corrigir.

8. Fale na altura da criança sempre que possível 

Bianca Sabbag, especialista do EDAC, também indica aos pais ficar na mesma altura da criança ao se comunicar com ela. “Abaixar para conversar e olhar no olho da criança é muito importante, para que ela tenha esse modelo visual”, diz. Poder observar os movimentos da boca do adulto colabora bastante para o desenvolvimento da fala infantil.

9. Se necessário, procure ajuda 

Cada criança tem um tempo de desenvolvimento próprio e isso também vale para a fala. Mas existem alguns marcos gerais. De acordo com a fonoaudióloga Patrícia Junqueira, a partir dos dois anos de idade a criança já deve ser capaz de dar um movimento ao diálogo, formando frases como “quer água” ou “dá mamar”. Até os quatro anos e meio, a criança já deve conseguir usar a linguagem muito bem, explicando situações e articulando adequadamente todos os sons. “Esta idade é o limite”, diz Bianca Sabbag. Se a criança ainda tiver dificuldades depois deste período, é indicado procurar um profissional da área. E se ela não realizou o teste da orelhinha  ao nascer, é melhor correr atrás o quanto antes. Ela pode estar com problemas de audição.Desde o nascimento dos filhos, um dos momentos mais esperados é o da primeira palavra – e que ela seja, de preferência, “mamã” ou “papá”. Mas, sem saber, os pais podem atrapalhar o caminho natural da criança rumo à fala. Antes mesmo do seu filho começar a emitir os primeiros sons, algumas atitudes devem ser evitadas. Entenda quais são os principais erros cometidos e aprenda a evitá-los.



Ref. http://delas.ig.com.br/filhos/9-erros-dos-pais-no-desenvolvimento-da-fala-das-criancas/n1597138315768.html

VAMOS RIR UM POUCO?

Para comecar o dia com o pe direito e muitas risadas, que tal uma leitura leve de frases idiomaticas em ingles e suas respectivas traducoes?

     Is we in the tape! = É nóis na fita!

Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara.
I am more I. = Eu sou mais eu.
Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
Not even come that it doesn’t have! = Nem vem que não tem!
Wrote, didn’t read, the stick ate! = Escreveu, não leu, o pau comeu!
She is full of nine o’clock. = Ela é cheia de nove horas.
Between, my well. = Entre, meu bem!
You traveled on the mayonnaise = Você viajou na maionese.
I am completely bald of knowing it. = Tô careca de saber.
To kill the snake and show the stick = Matar a cobra e mostrar o pau.
Ooh! I burned my movie! = Oh! Queimei meu filme!
I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
Are you thinking here’s the house of Mother Johanne? = Tá pensando que aqui é a casa da Mãe Joana?
Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
You are by out! = Você está por fora!
If you run, the beast catches, if you stay the beast eats! = Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
Oops, gave Zebra! = Xiiiii, deu zebra!
Don’t fill my bag! = Não me encha o saco!
Before afternoon than never. = Antes tarde do que nunca.
Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.
Banheira giratória: Tina Turner. (kkkkkkk…)
Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop
Copie bem: copyright
Talco para caminhar: walkie talkie
Ref. http://preguicaalheia.soubh.com.br/2011/03/expressoes-engracadas-ingles.html

ESCOLHA A CRECHE CERTA PARA SEU FILHO II

Alem das dicas ja oferecidas, a NAEYC fornece tambem as seguintes:


  • Um bom programa de educacao infantil da aos pais a oportunidade de visitar, permanecer no local por algum tempo e "sentir" o local.
  • Pais devem perguntar sobre os grupos, observar os tamanhos de cada um, assim como o numero de professores existentes em cada sala. A NAEYC recomenda nao mais que oito bebes ou 12 criancas entre 1 e 3 anos por sala, com pelo menos 2 professores para a turma. Para as idade de 4 a 6 anos, o grupo nao deve ter mais de 20 alunos com pelo menos 2 professores sempre presentes.
  • As brincadeiras, incluindo dramatizacao, blocos e jogos ativos devem ser integrados aos topicos de estudo de sala de aula. A ludicidade nao apenas da reforca o desenvolvimento intelectual como e importante ao desenvolvimento fisico das criancas.
  • Um programa de boa qualidade deve demonstrar estrategias para atrair e manter um quadro profissional qualificado de forma constante e consistente.
  • Programas devem ter uma forte conexao com as familias de cada crianca assim como com a comunidade.
  • Verifique a habilitacao legal da escola.

Mais uma coisa a ser considerada sao as individualidades do filho ja conhecidas pelos pais. Leve em consideracao seus proprios conhecimentos sobre seu filho e compare com aquilo que a escola oferece. Os professores estao tratando as criancas de uma maneira que voce considere confortante? O prograna esta interessado naquilo que e importante aos pais e em trabalhar em conjunto com a familia para dar ao aluno as experiencias que ele ou ela merece? No geral, os pais devem se sentir confortaveis na escola escolhida. Tambem e importante que os pais entendam que a escola deve alavancar os conhecimentos da crianca a partir daqueles ja possuidos, mas tambem apresentar desafios que intensifique o desenvolvimento cognitivo, social, emotivo e fisico

Embora estejamos falando e nos embasando em uma instituicao de grande referencia, aqui em Fortaleza o conselho municipal tambem deu atencao a essa materia, atraves de sua resolucao 02/2010. Caso queira conferir, clique no link http://www.sme.fortaleza.ce.gov.br/cme/index.php?option=com_docman&Itemid=5 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

ESTÁGIOS DE ACQUISIÇÃO DE UMA SEGUNDA LÍNGUA

Você conhece os estágios de aquisição de uma segunda língua?


ESTAGIO I - PRÉ PRODUÇÃO

Esse é um período silencioso. Aprendizes da língua inglesa podem ter até 500 palavras em seu vocabulário receptivo ainda que não estejam oralizando. Alguns alunos, que repetem tudo o que está sendo dito em sala, não estão de fato adquirindo linguagem.
Esses novos aprendizes da língua inglesa escutam atentamente e podem até ser capazes de copiar palavras da lousa. Eles serão capazes de responder a estímulos visuais como imagens, entre outros. Eles conseguem entender e imitar gestos e movimentos para demonstrar compreensão.
Aprendizes dessa fase necessitam de muita repetição.
ESTÁGIO II - PRODUÇÃO PRECOCE
Essa é a fase onde os alunos desenvolverão um vocabulário de aproximadamente 1000 palavras entre o vocabulário receptivo e ativo. Durante esse estágio, os alunos desenvolvem a capacidade de conversar utilizando frases de uma ou duas palavras, pode usar pequenas estruturas linguísticas que foram aprendidos, embora possam necessitar ainda de alguma correção

ESTÁGIO III - APARIÇÃO DA FALA
Aqui, os alunos já desenvolveram um vocabulário de aproximadamente 3000 palavras e conseguem se comunicar com pequenas frases e sentenças. Eles podem fazer perguntas simples, que podem estar ou não gramaticamente corretos, tais como: "May I go to the bathroom?". Os alunos serão capaz de manter conversações pequenas com seus colegas. Eles entenderão histórias simples com o reforço de imagens.
ESTÁGIO IV - FLUÊNCIA INTERMEDIÁRIA
Os alunos nessa fase possuem vocabulário ativo de 6000 palavras. Eles estão começando a utilizar frases mais complexas quando falam e escrevem e expressam opiniões e pensamentos. Eles fazem perguntas para esclarecer o que foi aprendido em sala. Esses aprendizes são capazes de trabalhar com matemática e ciências na segunda língua com alguma mediação do professor. Nessa fase, os alunos utilizarão estratégias adquiridas de sua língua materna para aprender conteúdo na segunda língua.

ESTÁGIO V - FLUÊNCIA AVANÇADA


Leva 4 a 10 anos para que o aluno atinga proficiência cognitiva acadêmica em uma segunda língua. Alunos nesse estágio encontrar-se-ão beirando habilidades nativas em termos de desempenho nos conteúdos explorados.